sábado, 28 de agosto de 2010

Carregar água na peneira....

... O que falar ...
... O que fazer ...
... Como agir ...

As pessoas as vezes se preocupam muito com o q fazer perante a sociedade para não ser tachado de idiota, diferente, estranho...
Mas será se isso realmente vale a pena? Será se temos que sempre nos preocupar com o que a sociedade vai achar? Será que temos sempre que fazer o que e como a sociedade nos impõe?
Acho que quem vive assim não tem vontade própria, não supera barreiras, não ultrapassa os limetes...
Ultimamente eu tenho pensado muito nisso. Nessa sociedade em que vivo, as pessoas que me cercam, as atitudes que cada um toma ou tem que tomar diante de alegrias, tristezas, vitórias e fracassos.
Como diz no blog do Filosofança, vamos carregar água na peneira, roubar o vento e sair correndo com ele.
Nós podemos fazer isso.


ps: parece um pensamento meio filosófico-socialista... ¬¬

2 comentários:

  1. Ps: Todos nós somos seres filosóficos.
    Para mim você esta notando o quanto as pessoas preferem o ser mecanizado, do que o ser pensante-questionador.

    Viver não é um mar de rosas, mas também não é só espinhos, acho que a angustia da existência, que residem nos humanos pensantes e que se espantam com pequenas causas, é fundamental, para podermos crescer, apreciar, questionar, e nos agradar em primeiro lugar. As únicas duas verdades que estão ai são que existimos de fato, e que somos sozinho.

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  2. Bem, se seremos realmente tachados por alguém, não estamos sozinhos. Afinal alguém está nos intitulando. Ao ler o texto um pensamento me ocorreu, por que as pessoas necessitam se classificar em alguma coisa? Na verdade o mundo em que vivemos é apenas um reflexo de tudo aquilo que nós somos. Ao dizer: "Sou Enfermeiro" a uma pessoa qualquer próxima a mim ou que tenha um contato importante ( nesse caso, um paciente) ela formará em seu íntimo um novo significado à essa palavra e toda vez que a mesma for citada a imagem da minha pessoa será formada. Por que será que muitas vezes quando nossos amigos mais próximos veem algo relacionado ao sapateado nossa imagem em formada em suas cabeças ( pelo menos na dos meus amigos a minha imagem sempre vem em suas cabeças ). Portanto essa crítica da sociedade em relação ao que nós fazemos de diferente surge daí, afinal todos nós temos um modelo pré concebido do que seja tal coisa. Do que é ser mãe, filho, pai, estudante , trabalhador. Temos que romper com paradigmas, esquecer títulos deixarmos de ser algo (coisa) para sermos algo (eu), E esse EU tem que ser construído de forma consciente e não de forma mecânica ( igual a uma rocha na qual sedimentos vã sendo depositados ao longo do tempo ). E pensando nessa construção digo temos sim que ser diferentes e possuir gostos escolhidos e não gostos impostos

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